O Estúdio Ângulus nasceu como um convite para enxergar o cotidiano com mais leveza — e beleza.
Seu nome vem do latim ângulo e foi escolhido por representar ponto de vista, como um símbolo da ideia de perspectiva, afinal, a transformação começa no olhar.
E mudar o olhar pede pausa, pede presença.
É na atenção aos detalhes que o mundo ganha novos sentidos.
Então, o que muda quando você repara?

No Estúdio Angulus, o processo acontece devagar, respeitando o ritmo do barro.
Cuidamos de cada etapa da transformação da argila em cerâmica — da modelagem até o instante em que a cor se revela na queima (a 1240 °C 😳).
Entre o toque e a espera, o barro ensina presença, paciência e desapego — a sabedoria de se entregar e confiar no processo.
E, no fim, o barro sempre surpreende.
Criamos com intenção — e nos encantamos em dar vida ao novo.
Há diferentes formas de se aproximar do nosso fazer:
O processo não transforma só o barro, mas também quem se conecta com ele.
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O Estúdio Angulus foi fundado por Paloma Valério.
Em meio ao cotidiano apressado, foi com as mãos na argila que ela encontrou, pela primeira vez, a sensação de aterramento — de conexão com o presente e com a matéria. É uma experiência de imersão em que a mente silencia, e as mãos, pouco a pouco, traduzem o imaginado em realidade.
Com a argila, aprendeu a paciência do processo e o valor da prática.
Aprendeu a não se levar tão a sério, a se divertir tentando (e errando) e a começar de novo — e de novo.
Aprendeu a importância de perceber e esperar o tempo certo das coisas.
Aprendeu que existem formas de se comunicar que não se limitam à palavra — e que, às vezes, podem ser até mais compreensíveis.
Aprendeu o significado de ofício para além do trabalho: o querer permanecer — e fazer.
Aprendeu, e continua aprendendo.
Acredita que o fazer manual é um movimento entre o dentro e o fora — e compartilha, no Estúdio Angulus, seu modo de ver e existir no mundo: transformando barro em pausas e encontros, em formas que inspiram presença, leveza e beleza no dia a dia.
